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Câmara Municipal aprova contas de 2017 com um dos “mais elevados níveis de execução da história” do município

Manuel Correia

Câmara Municipal aprova contas de 2017 com um dos “mais elevados níveis de execução da história” do município

O Relatório de Gestão e Contas do Município de Ovar foi aprovado, no início do mês de abril, pelo executivo liderado por Salvador Malheiro, e já mereceu igual acolhimento por parte da Assembleia Municipal. Trata-se de um documento que a autarquia diz demonstrar que o exercício de 2017 apresenta dos mais elevados níveis de execução da história da Câmara Municipal.
Para Salvador Malheiro, este documento “denota a preocupação com a elaboração de orçamentos realistas” e “com uma gestão séria e rigorosa”, isto para além de evidenciar “determinação, segurança e estabilidade”, diz o autarca, que acrescenta que “2017 foi um ano de concretização, um ano em que muitos sonhos das populações foram alcançados” e um ano onde “o rol de tarefas executadas é extenso e pode ser facilmente analisado no documento que foi elaborado de forma clara e cristalina”.
Com um Orçamento a rondar os 35 milhões de euros, a autarquia vareira assegura ter-se assistido “a uma taxa de execução global de 96 por cento na Receita, e de 86 por cento na Despesa”.
No documento agora aprovado, a Câmara de Ovar sublinha que “a composição da estrutura das receitas municipais manteve-se estável”, destacando a “clara predominância das receitas correntes e um crescimento assinalável das transferências de capital”, em resultado “das transferências de capital do overbooking do QREN 2007/2013 e do recebimento das primeiras comparticipações do Portugal 2020, projetos cofinanciados no âmbito do PEDU – Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Ovar e do PACTO da Região de Aveiro”.
Ao nível da despesa total, o mesmo evidencia que “esta representou, face ao ano anterior, um crescimento de 11,11%, sendo de realçar que a despesa corrente apresenta uma evolução positiva ténue, enquanto a despesa de capital apresenta uma variação positiva de mais 38,18%”. Relativamente à dívida, “2017 foi o ano em que esta se apresentou no valor mais baixo do milénio”, pode ler-se no relatório.
De forma sucinta, destaca a autarquia, verificou-se “um forte investimento sem descurar as contas e mantendo uma situação financeira estável e segura”, que permitiu “mais de 4,5 milhões de euros para a concretização de investimentos”.

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