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Fotografia e Pintura ocupam as três salas do Museu de Ovar

Manuel Correia

Fotografia e Pintura ocupam as três salas do Museu de Ovar

O Museu de Ovar inaugurou, na tarde de 14 de abril, três exposições, das quais, duas são de fotografia e uma é de pintura.
Marcaram presença, nesta tarde de inaugurações, no Museu de Ovar, Domingos Silva, vice-presidente da Câmara Municipal de Ovar, Ana Cunha, vereadora da Câmara Municipal de Ovar com os pelouros da Educação e da Ação Social, Pedro Coelho, vereador da Câmara Municipal de Ovar a meio tempo com o pelouro dos Projetos e Obras Municipais, José Fragateiro, presidente da Assembleia da União de Freguesias de Ovar (UFO), e Sara Ferreira, em representação da UFO.
A primeira exposição a ser inaugurada, foi a exposição de fotografia “Olhares”, de José Eduardo Elvas, ex-atleta do AFIS, que, devido a um problema de saúde, foi obrigado a deixar o ateltismo, estreando-se, desta forma, na fotografia paisagística.
Seguiu-se a exposição, também de fotografia, sem título de António Dias.
António Dias nasceu em Ovar, em 1968, e é um fotógrafo freelancer, profissão que concilia com a de técnico de manutenção industrial.
Ligado à fotografia, desde muito cedo, devido a motivos familiares, António Dias passou pelo IFP, e frequentou várias formações e workshops.
Tal como podemos observar, nesta exposição, o trabalho de António Dias é mais reconhecido, na área da Foto-Reportagem, sendo que as suas fotografias, aparecem com alguma frequência, na imprensa nacional e local.
Também de realçar que António Dias participou, ainda, em várias exposições, dentro e fora do concelho de Ovar.
Finalmente, foi a vez da exposição de pintura “Entre a Síntese e o Detalhe”, de Rodrigo Costa.
Rodrigo Costa é um pintor contemporâneo, que nasceu em Vila Nova de Gaia, quando decorria o ano de 1952.
Durante cerca de 20 anos, Rodrigo Costa trabalhou, como designer gráfico, porém, desde 1990 que se dedica à pintura, a tempo inteiro, sendo que as suas obras estão presentes em diversas instituições públicas, como a Câmara Municipal de Gaia, ou a Casa-Museu João Mário (Alenquer).
José Fragateiro começou por afirmar que “sobre o José Elvas, eu digo que efetivamente, com um problema de saúde, perdeu-se um atleta, perdeu-se um fundista, mas ganhou-se um fotógrafo”.
“Certamente, no início deve de lhe ter custado muito, pelo homem que nós nos habituámos a ver, a estar presente, numa série de corridas, de fundo”, e que era visto “sempre a caminhar, a correr, de um lado, para o outro, a fazer exercício”, afirma o presidente da Assembleia da UFO, acrescentando que agora, José Elvas anda a “fazer umas caminhadas e a descobrir, como bonito é o nosso concelho, quando nós o percorremos, devagar”.
Já sobre António Dias, José Fragateiro, afirma ser “uma pessoa extremamente sensível, que consegue fazer os enquadramentos, de maneira a embelezar aquela máquina, que ele pode ter, na mão”, porém, apesar da doença que sofreu, “traz-nos as maravilhas que estão expostas”, na sala ao lado da exposição de José Elvas.
Por sua vez, Sara Ferreira começou por “dar os parabéns a todos” os artistas que, naquela tarde, inauguraram as suas exposições, no Museu de Ovar.

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