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Jardim do Cáster recebeu III Festival Literário de Ovar

Manuel Correia

Jardim do Cáster recebeu III Festival Literário de Ovar

Decorreu, entre 14 e 17 de setembro, no Jardim do Cáster, a terceira edição do Festival Literário de Ovar, tendo como objetivo criar uma proximidade entre os leitores, os livros, os seus escritores e os seus ilustradores.
Ao todo, durante estes quatro dias, passaram pelo Jardim do Cáster, cerca de 30 autores, como, Paulo Moura, Luís Filipe Borges, José Fanha, Tatiana Salem Levy, Lúcia Vaz Pedro e Cristina Carvalho. De referir que, durante a edição deste ano, além das habituais mesas de debate, houve sessões de autógrafos e recitais de poesia, entre outras performances.
A abertura do III Festival Literário de Ovar contou com as presenças de Salvador Malheiro, presidente da Câmara Municipal de Ovar, Alexandre Rosas, vereador da Câmara Municipal de Ovar com o pelouro da Cultura, e Carlos Nuno Granja, escritor e responsável pelo evento.
Segundo Carlos Nuno Granja, o Festival Literário de Ovar é um evento “que se está a consolidar”, uma vez que “à medida que vamos avançando, no tempo, e que vamos acrescentando, em cada ano, mais um acontecimento destes, aqui, em Ovar, quer dizer que as coisas vão correndo bem, que as coisas estão cimentando”, disse. O também escritor e professor primário, que se afirma como “um cidadão que gosta da sua terra, um cidadão que gosta muito, também, dos livros, que gosta muito de estar com os escritores” disse que “sonhava com o Festival Literário, aqui, em Ovar”, há já quatro anos, altura em que garantiu ter apresentado “o projeto à autarquia”.
Já Alexandre Rosas afirmou ter “um orgulho muito grande em poder ajudar esta iniciativa”, uma vez que este “é um festival diferente dos outros”, porque caracteriza-se por ser “numa terra simpática, com, de facto, um conjunto de atividades culturais muito interessantes, não é só a literatura, mas, acima de tudo este privilégio de estarem em contacto, os leitores com os escritores”.
Por sua vez, Salvador Malheiro, afirmou ter “um prazer muito grande, de ver, ao longo dos anos, a consolidação deste evento”, porque “é um evento que visa, precisamente, encontrar, ou colocar, lado a lado, os escritores e os leitores, e fazer com que as pessoas tenham mais gosto pelos livros”, disse. Segundo o edil, quem lidera a autarquia “tem a consciência de que o futuro, os desafios do futuro, passam muito pelas nossas comunidades”, sendo que “a qualidade das nossas comunidades está nas nossas pessoas”. Por esta razão, o autarca considera que “uma comunidade, mais culta, mais interventiva, mais participativa, mais reivindicativa, é uma sociedade, com certeza, que poderá portar muito mais, para a qualidade de vida, de quem cá vive, e nós, atentos a isso, queremos, também, de certa forma, difundir esta cultura, por todos”.

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