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Música lusófona invadiu o Parque Urbano para um dia de FESTA

Manuel Correia

Música lusófona invadiu o Parque Urbano para um dia de FESTA

Teve lugar, no passado dia 14 de julho, a quinta edição do Festival Internacional de Artes na Rua (FESTA), que este ano decorreu apenas num dia, num único local, o Parque Urbano de Ovar, sendo dedicado, exclusivamente à música lusófona.
O dia começou pelas 9h00, com espetáculos deambulantes pelo centro da cidade de Ovar, por diversas bandas, entre as quais se encontravam a banda Boa União, de Ovar, e a Original Bandalheira, de Lisboa, que nos levou numa viagem por diversos estilos musicais, de diversas épocas, revisitando, entre outros, cantores como Stevie Wonder e Lionel Richie.
Já a tarde, iniciou-se com a oficina “Vem Tocar Baterias”, no qual, as crianças que se encontravam no Parque Urbano, podiam aprender a construir os seus próprios instrumentos de percussão, recorrendo a materiais recicláveis.
Seguiu-se, no Palco Rio, que se encontrava montado no Parque Urbano, mesmo em cima do Rio Cáster, o concerto dos Galo Gordo, um projeto lisboeta que alia a literatura infanto-juvenil à música, que já tem três livros e CD’s editados, e que já deu vários concertos em escolas e auditórios, por todo o país, sendo bastante referenciado pelo Plano Nacional de Leitura e pela Casa da Leitura da Gulbenkian.
Da parte da tarde, destaque, ainda, para o concerto, no Palco Rio, das Sopa de Pedra. Trata-se de um grupo, que surgiu em 2012 e que se dedica a cantar acapella, canções de raiz tradicional.
Já ao início da noite, foi a vez dos Liniker e os Caramelows subirem ao Palco Ponte, palco principal do FESTA 2018, para animar aqueles que estavam presentes, com o seu R&B, com o seu soul e com o seu blues.
Ainda, no Palco Ponte, a animaço continuou, logo a seguir ao concerto dos Liniker e os Caramelows, com o grande destaque do FESTA 2018, o cantor angolano Bonga.
Durante cerca de uma hora, o público dançou ao som dos grandes êxitos de Bonga, havendo ainda tempo para se ouvirem os temas “Mariquinha” e “Lágrima no canto do olho”.

Leia o artigo completo, na nossa edição impressa, que já se encontra nas bancas.

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