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Slow J subiu ao palco do Centro de Arte de Ovar, para uma grande noite de hip-hop

Manuel Correia

Slow J subiu ao palco do Centro de Arte de Ovar, para uma grande noite de hip-hop

Slow J, subiu, na noite de 4 de abril, ao palco do auditório do Centro de Arte de Ovar, para oferecer, ao público vareiro, um grande concerto de hip-hop.
Perante uma plateia, constituída, maioritariamente, por jovens, Slow J apresentou o seu mais recente trabalho “The Art of Slowing Down”, lançado em 2017, sucedendo “The Free Food Tape”, tocou temas como “Arte (Meet Speedy)”, “Vida Boa”, “Fome” ou “Water”, que surgiu de uma colaboração com o cantor português Richie Campbell, cujas mensagens, retratam a sociedade e a política do nosso país, num concerto intimista, onde as cadeiras acabaram por estarem a mais, em algumas canções, levando Slow J a pedir ao público, que se levantasse, recriando o ambiente que costuma existir nos concertos de hip-hop.
Slow J é o nome artístico de João Batista Coelho, para quem “o trabalho todos podem conhecer, mas é o modo como o trabalho é feito que define aquele que o faz”.
João Coelho nasceu no dia 21 de setembro de 1992, na cidade de Setúbal, onde viveu até aos oito anos de idade.
Após ter vivido em locais como Cascais, Carcavelos e Alenquer, é a paixão pela música que leva João Batista Coelho, até Londres, com o pretexto de estudar Engenharia de Som, curso que acabou por não concluir, regressando a Portugal em 2013.
Após regressar ao nosso país, Slow J dedica-se inteiramente à produção musical, estagiando nos mesmos estúdios onde gravam alguns dos maiores nomes do hip-hop português, como NBC ou Valete.
Já entre o final de 2017 e o início de 2018, Slow J apresenta um novo espetáculo, baseado nos temas do seu mais recente trabalho, que vem confirmá-lo como um caso sério da nova música feita em Portugal, recordando hinos, como “Cristalina”, que também foi possível ouvir no concerto que teve lugar no fim-de-semana passado, no Centro de Arte de Ovar, onde Slow J fez-se acompanhar por Diogo de Almeida Ribeiro, na guitarra e nas teclas, e por Fred, na bateria.

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