Basquetebol feminino: “Não há condições para um regresso à competição”

Basquetebol feminino: “Não há condições para um regresso à competição”

O Jornal PRAÇA PÚBLICA divulga, nesta entrevista, feita a Jorge Maia, treinador da equipa da Ovarense que milita na Liga Feminina de Basquetebol, como foi vivida a paragem abrupta provocada pelo aparecimento do coronavírus, como foi preparada esta paragem, e o que pensa sobre as decisões que a Federação Portuguesa de Basquetebol terá de tomar.

Como viu esta paragem abrupta da Liga, provocada pelo coronavírus?
Ficámos tristes, mas foi a decisão mais acertada. Ao princípio pensámos que seria uma breve paragem, mas com a propagação rápida do vírus percebemos que não iria ser reatado o campeonato tão cedo, aliás como se está a verificar.

E a imposição da cerca sanitária a Ovar?
Foi uma medida correta. A proclamação do estado de calamidade no nosso concelho, na minha opinião, visava dois objetivos. Primeiro tentar parar internamente o contágio comunitário que se já verificava no meio da nossa comunidade. O segundo era tentar limitar a transmissão aos concelhos vizinhos.

Como é que as jogadoras reagiram a toda esta situação, nomeadamente a estrangeira?
As jogadoras, de uma maneira geral, reagiram com calma. Temos jogadoras fora de Ovar e mesmo essas mostraram-se serenas pois não era só um problema de Ovar. A Tess também se mostrou calma, face aos acontecimentos, mas com o anúncio do cancelamento dos voos para os Estados Unidos, naturalmente, mostrou uma maior ansiedade. Mas tudo foi tratado muito rápido e ela conseguiu arranjar um voo de regresso a casa em tempo útil.

Houve tempo para traçar um plano de treino e ‘manutenção’ para as jogadoras?
Na altura não, a única ideia era manterem-se ativas. Ao fim da primeira semana de quarentena elas organizaram-se e, através do Instagram do clube, têm lançado uns desafios de atividade física, desafiando-se elas próprias e à comunidade.

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